Não sei se a Terra sabe que há gente passeando sobre ela, gente encafuada em construções matreiras, antros de fragas, babelianas torres, cumprindo o seu tempo de serviço, satisfazendo imperiosos mas obscuros desígnios, gente contando dias como dúvidas, estremecida ao ritmo dos seus cataclismos. Assassina Terra, filiofágica, crua…
(Imagem daqui)
Muito gostaria de ter escrito este texto!
ResponderEliminarComo não fui, deixa-me fazer minhas as tuas palavras.
Pois, mas escreves "a estantezinha", "tetravô" e todos os outros... Abraço.
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