| Adquiri há alguns dias outro leitor de ebooks – desta vez o Cybook Opus da Bookeen. Comparativamente com o PRS 600 da Sony, algumas diferenças saltam de imediato à vista: o preço deste é bastante mais interessante – com portes, pouco passa dos 200 euros; o contraste é notoriamente mais acentuado, possibilitando, apesar do seu exíguo monitor de 5 polegadas (contra as 6, do Sony), uma leitura mais agradável. Esta característica de um melhor contraste e, portanto, um melhor conforto visual quando lido sob luz frouxa, deve-se sobretudo ao facto de não possuir a tecnologia touchscreen. As páginas têm que ser viradas a partir de dois botões oblongos colocados do lado direito da unidade. Possui uma memória de 1 Gb e pode comportar até mil livros de volume médio. | Não possui leitor de música. Lê os formatos mais comuns, tais como o epub e o pdf, o html e o txt. O formato docx tem que ser convertido para pdf (existem online bons serviços gratuitos para o efeito). Prefere, de longe, o epub e emperra um pouco em alguns formatos pdf. Os livro grátis apresentam por vezes algumas características estranhas, como intervalos esquisitos entre parágrafos ou mesmo linhas com uma só palavra. Trata as imagens melhor que o PRS 600, visto que lhes atribui melhor contraste. A orientação portrait/landscape é feita de modo automático, bastando para isso mudar a posição do aparelho. É suficientemente rápido a virar as páginas e a procurar livros pela primeira vez. (Muito melhor que procurá-los numa prateleira. Pelo menos se se tratar da minha…) |
29 de agosto de 2010
o cybook opus da bookeen
acabaram as férias
Ao longo de todo o mês de Agosto, aqui vim, diariamente, desejar-vos um bom dia. Agora venho desejar-vos um óptimo regresso ao trabalho (desculpem a incongruência). Na verdade, não existe tal. O regresso ao trabalho nunca é óptimo. Pode, quando muito, ser perfeitamente suportável, mesmo para os workaholics. Mas pensem nisto: as férias só são boas porque existe o trabalho, tal como a morte só se aceita porque podemos viver pra burro, antes de ela chegar. Além disso, pensem que só faltam 330 dias (88 dos quais são fins de semana) para que as férias regressem de novo em toda a sua plenitude. Que os vossos corpos arrostem pacientemente com o intermezzo e que as vossas almas saibam tirar o máximo partido daquilo que nunca se conseguiu chamar viver – o período de trabalho. Enfim, sejam felizes, porra. E aguentem, carai!
25 de agosto de 2010
24 de agosto de 2010
23 de agosto de 2010
22 de agosto de 2010
21 de agosto de 2010
Dinheiro deitado fora…
Era de supor que, depois de almoçar um bom almoço, generosa e religiosamente regado a sangue de Cristo de qualidade superior, eu ficasse mais consentâneo com o mundo. Seria de esperar que conseguisse ver um programa da sic sem me exasperar, ouvir um político sem estrebuchar ou estar meia hora com os meus colegas professores sem me arrepender de ser um deles. Descobri hoje que isso não está a acontecer.
(Não vale, pois, a pena investir tanto em vinho. Qualquer zurrapa obterá o mesmo resultado…)