Dois reformados estão sentados num banco de jardim. À sua frente, um bando de pombos atira-lhes migalhas de pão...
(Imagem retirada daqui)
Dois reformados estão sentados num banco de jardim. À sua frente, um bando de pombos atira-lhes migalhas de pão...
(Imagem retirada daqui)
Sou, declaradamente, um aprendente oficioso.
Presto culto ao informal e ao desorganizado. Abomino os aprenderes hierarquizados, oficiais, metodizados, sistémicos.
É nas conversas avulso que me encontro e que respiro. É na atenção que presto a quem sabe que me valorizo. Foi na leitura de livres-pensadores que me realizei.
Aprendi sempre alguma coisa relevante e bela com os autores não programáticos, com os filmes underground, com os livros proibidos, com os programas de televisão massivamente desacreditados.
Raramente sabichões enfatuados e fariseus regulamentares se dignaram ter comigo a paciência e a clareza necessárias para que com eles aprendesse alguma coisa de absolutamente estimável.
(Não deixa de ser curioso e creio dever retomar esta matéria num momento ulterior...)
Sendo assim, e embora tardiamente, fica aqui o pedido de desculpas a todos aqueles que eventualmente se tenham sentido prejudicados por este abuso. Prometo, de ora avante, utilizar materiais exclusivamente meus, ou, nos casos em que isso se manifeste inteiramente impossível ou incómodo, mencionar, pelo menos, a proveniência dos mesmos.
(Foto retirada daqui)
"Com apreensão, verificam que as medidas do governo se concentram na organização do trabalho das escolas e nos professores, fazendo crer que os resultados do sistema podem melhorar por simples alterações à organização do trabalho ou do sistema de avaliação dos professores. E cada pequeno facto da vida escolar ganha uma importância extraordinária."
The Orange Tree