29 de julho de 2011

Avaliação sim, mas sem luxos, por favor!

jantar confratAfinal, quem me vai avaliar é o meu colega da escola ao lado. Só pode ser da escola ao lado, porque não há dinheiro para subsídios de transporte. E sabem quem avalia esse meu colega da escola do lado? É o meu colega da outra escola que, por sua vez, será avaliado por mim.

Este sistema, que aqui simplifiquei generosamente, pode, no entanto, complexar-se um pouco, introduzindo mais elementos de permeio, tais que A avalia B que avalia C que avalia D que avalia E que avalia A.

Quanto mais elementos entrarem neste círculo, maior terá que ser a mesa e mais caro ficará o jantar de confraternização, facto que sugere um despesismo supérfluo que, em tempo de crise, apenas beneficiará o dono do restaurante.

Muito mais em conta ficaria a avaliação se tudo se resumisse, como inteligentemente proponho, a dois elementos que se avaliassem mutuamente, cumprindo a fórmula A avalia B que avalia A. Às tantas até se conseguia fazer um belíssimo trabalho sem sequer ter que ir ao restaurante. Uma bica em copo de plástico, tirada na máquina da escola, depois da aula assistida, serviria perfeitamente. É que a vida não está para luxos. Nem a vida, nem a avaliação docente, caramba…

    Post 769    (Imagem daqui)

4 comentários:

Anónimo disse...

ehehehehehe
proposta honesta, sim senhor.
Moacyr

Anónimo disse...

Só falta uma palmadinha nas costas um do outro...hihihihi

PG

Anónimo disse...

Tudo seria mais simples, se os teus sábios conselhos fossem ouvidos... Continuação de boas férias! Marla

Anónimo disse...

Hahahaha bem visto, viva a simplificação da(s) coisa(s). Faty